Untitled

Quero dormir com você, assim deitada no seu peito, e seus braços me envolvendo, quero me sentir segura, sentir suas mãos em meu corpo me acariciando, quero sentir sua respiração em mim, teu maravilhoso cheiro ficando gravado em minhas roupas, se possível quero colar meu corpo ao teu sentir o que você sente, receber o calor do teu corpo queimando junto ao meu, quero te beijar e sentir teus lábios sobre meu corpo, por um momento quero pertencer a você e saber que você a mim pertence também… quero uma música bem baixinha de fundo para ser um clima perfeito, quero acordar em teus braços sentir o sol tocando em nossos corpos…

Quero dormir com você, assim deitada no seu peito, e seus braços me envolvendo, quero me sentir segura, sentir suas mãos em meu corpo me acariciando, quero sentir sua respiração em mim, teu maravilhoso cheiro ficando gravado em minhas roupas, se possível quero colar meu corpo ao teu sentir o que você sente, receber o calor do teu corpo queimando junto ao meu, quero te beijar e sentir teus lábios sobre meu corpo, por um momento quero pertencer a você e saber que você a mim pertence também… quero uma música bem baixinha de fundo para ser um clima perfeito, quero acordar em teus braços sentir o sol tocando em nossos corpos…


Sinto saudades … de você e de como me abraçava. Saudades de como me fazia rir e de como gostava de me provocar. Saudades dos seus olhos e de seu sorriso que me envergonhava. Sinto saudades até mesmo do jeito que você fingia me amar. Saudades de conversas sem sentido. Sinto saudades da maneira que eu tentava fazer você rir, e por pura birra você prendia o riso. Saudades de como você era especial para mim.

Sinto saudades … de você e de como me abraçava. Saudades de como me fazia rir e de como gostava de me provocar. Saudades dos seus olhos e de seu sorriso que me envergonhava. Sinto saudades até mesmo do jeito que você fingia me amar. Saudades de conversas sem sentido. Sinto saudades da maneira que eu tentava fazer você rir, e por pura birra você prendia o riso. Saudades de como você era especial para mim.


“Amor, sentimento com fé, então vem ser minha mulher, pois você sabe que eu faço tudo que quiser. Vem, ser minha mulher eu não vejo problema nisso, tudo que quiser eu faço, você sabe disso. Mas quero que leve a sério o nosso compromisso, eu estou apaixonado, devo estar sob feitiço, eu sempre penso no seu jeito e repenso. No jogo do amor, felizmente sempre venço, só falta você perceber e ter bom senso. E ser minha mulher, pois sabe a você que eu pertenço, canto e o meu coração bate sobre a batida, vejo em você uma mina amadurecida para a minha vida, você vai ser conduzida, todo sentimento que expor, será correspondida. Não, essa mulher fácil de se encontrar na pista. Não, é do tipo que se preocupa em seguir revista. Não, é uma atriz mas tem mó pinta de artista, chega mais amor, que aqui você é a protagonista. Tem que ter fé que nosso relacionamento vai dar certo, você sabe que meu coração sempre estará aberto, sei que estou certo, se não tiver me conserto, miro no seu coração e nele uma flecha acerto, não foi amor a primeira vista que bateu em mim, não sei explicar, mas sei que é amor sim, nessa história com fé, sigo em frente eu tô afim, dei inicio a um amor que nunca terá um fim, sou cabeça dura e ruim em seguir conselho, porém por você eu faço um esforço alheio, todo dia agradeço a Deus que você veio,me fazer feliz, e nisso sempre me interveio. Seu olhar brilhante me refletindo, eu gamo, só esse seu jeito fascinante, eu aclamo, sei que sou direto, mas é você que eu amo. Unica mulher que pode acalmar meu coração insano. ” 

Amor, sentimento com fé, então vem ser minha mulher, pois você sabe que eu faço tudo que quiser. Vem, ser minha mulher eu não vejo problema nisso, tudo que quiser eu faço, você sabe disso. Mas quero que leve a sério o nosso compromisso, eu estou apaixonado, devo estar sob feitiço, eu sempre penso no seu jeito e repenso. No jogo do amor, felizmente sempre venço, só falta você perceber e ter bom senso. E ser minha mulher, pois sabe a você que eu pertenço, canto e o meu coração bate sobre a batida, vejo em você uma mina amadurecida para a minha vida, você vai ser conduzida, todo sentimento que expor, será correspondida. Não, essa mulher fácil de se encontrar na pista. Não, é do tipo que se preocupa em seguir revista. Não, é uma atriz mas tem mó pinta de artista, chega mais amor, que aqui você é a protagonista. Tem que ter fé que nosso relacionamento vai dar certo, você sabe que meu coração sempre estará aberto, sei que estou certo, se não tiver me conserto, miro no seu coração e nele uma flecha acerto, não foi amor a primeira vista que bateu em mim, não sei explicarmas sei que é amor sim, nessa história com fé, sigo em frente eu tô afim, dei inicio a um amor que nunca terá um fim, sou cabeça dura e ruim em seguir conselho, porém por você eu faço um esforço alheio, todo dia agradeço a Deus que você veio,me fazer feliz, e nisso sempre me interveio. Seu olhar brilhante me refletindo, eu gamo, só esse seu jeito fascinante, eu aclamo, sei que sou direto, mas é você que eu amo. Unica mulher que pode acalmar meu coração insano. ” 


Ele madrugava pensando nela. Ela dormia e sonhava com ele.

Ele madrugava pensando nela. Ela dormia e sonhava com ele.


[…] Sempre vou fazer palhaças para ver você sorrir.

[…] Sempre vou fazer palhaças para ver você sorrir.


Seria naquela noite. Eu já sabia. Estava começando a ficar escuro, aos poucos, mas foi ficando. Meus pais de costume acharam que eu ia dormir. Mas eu não ia. Ao entra no meu quarto fechei a porta vagarosamente para não acordar ninguém. Arrumei a cama como nunca tinha arrumado de tão bem que arrumei, sabia que seria a última vez que ia arruma-la. Logo depois folhei umas páginas de fotos que tinha guardado, enquanto caia lágrimas sobre as páginas com as fotos, uma por uma de vagar. Entrei no computador, fui em todas as redes sociais e avisei “boa noite à todos” olhei para as fotos dele pela última vez, vi ele com ela pela última vez, a partir dali sabia que ia fazer o certo. Fui até meu guarda roupa, peguei um banco subi nele e peguei uma caixa velha empoeirada que tinha em cima dele, quando abri vi as suas fotos junto comigo, suas cartas, nossa aliança de 6 meses de namoro, sabia que ia ver pela última vez, então me desmanchei em lágrimas. Desliguei o abajur. Liguei o aquecedor pois, estava muito frio. Era noite de inverno. Assopros de ventos batiam em minha janela e faziam a noite ficar cada vez mais fria. Abri a porta da sacada e lá fui com minha almofada azul, e lá sentei e fiquei observando o céu, por mais que estava frio de mais, eu fiquei pois, sabia que essa noite tinha tudo pra ficar mais fria. Pensei em tudo que vivi até agora, tudo que passei. Até que levantei. Do nada quando percebi estava com um pé em cima do primeiro degrau do parapeito da sacada. Desci rapidamente com medo. Nem eu mesma ao certo sabia o que eu estava fazendo e o que estava acontecendo, mas algo dentro de mim gritava bem alto dizendo para mim entrar rapidamente e esquecer essa bobeira. Mas eu fui teimosa, não entrei. Respirei fundo. Outra lágrima escorreu sobre meu rosto, só que ela se destruiu quando chegou aos meus lábios. Até que botei uns dos meus pés no primeiro degrau do parapeito novamente, me segurando no parapeito eu vi que tudo havia mudado. Tudo parecia bem mais alto. Meu coração estava bem acelerado. Eu apenas estava na sacada do sobrado de minha casa, até que não era tão alto assim. Era? Bom, para mim tudo havia bem mais alto. Tudo para satisfazer meu desejo. Respirei fundo novamente. Subi no segundo degrau. Logo desci não ia conseguir. Entrei novamente em meu quarto e lá pensei novamente. Olhando fixamente para a sacada, eu fui até uma gaveta falsa que ninguém sabia que havia em meu quarto. Peguei uma lâmina, pequena, mas o bastante para causar grandes estragos. Fiz dois cortes em meu pulso na forma de um “X” , lágrimas não paravam de escorregar e assim molhar minha roupa. Logo fiz mais cortes em meu pulso, tudo em cima do “X”, fui cortando, sangues e mais sangues, foram caindo, foram pintando minha concha da cama branca, minha concha estava começando a ficar vermelha, assim como o chão de madeira, pingo por pingo foi caindo e aumentando o chão, estava começando a ficar uma mancha vermelha grande. Dei mais uns cortes. E assim foi caindo. Deixei a lâmina cair. Assim cai para trás na cama. E lá fiquei olhando para o teto. meu pulso, minha cama e meu chão, estavam todos pintados de vermelho, manchas. Coloquei uma das mãos sobre meu pescoço, logo depois outra mão, comecei a apertar meu pescoço. Logo tudo começou a ficar quente, logo naquela noite de inverno, muito fria. Até que apertei bem mais forte. Foi quando tudo começou a ficar cada vez mais quente, acho que meu rosto e pescoço estava começando a ficar à mais de 40 graus. Depois de segundos estava começando a ficar em chamas, comecei a ficar com muito calor. Continuei apertando, cada vez mais forte. Já estava ficando sem força e cada vez menos consciente. A sensação de queimação diminuiu e passou para uma dor acompanhada de nostalgia. Eu senti a dor subir pelo meu pescoço, passando pela minha garganta, chegando até meu nariz. Derrepentemente eu cai para trás na cama novamente e tudo ficou claro, frio. Soltei minhas mãos. Caídas sobre a cama. E então dormi. Para sempre.

Seria naquela noite. Eu já sabia. Estava começando a ficar escuro, aos poucos, mas foi ficando. Meus pais de costume acharam que eu ia dormir. Mas eu não ia. Ao entra no meu quarto fechei a porta vagarosamente para não acordar ninguém. Arrumei a cama como nunca tinha arrumado de tão bem que arrumei, sabia que seria a última vez que ia arruma-la. Logo depois folhei umas páginas de fotos que tinha guardado, enquanto caia lágrimas sobre as páginas com as fotos, uma por uma de vagar. Entrei no computador, fui em todas as redes sociais e avisei “boa noite à todos” olhei para as fotos dele pela última vez, vi ele com ela pela última vez, a partir dali sabia que ia fazer o certo. Fui até meu guarda roupa, peguei um banco subi nele e peguei uma caixa velha empoeirada que tinha em cima dele, quando abri vi as suas fotos junto comigo, suas cartas, nossa aliança de 6 meses de namoro, sabia que ia ver pela última vez, então me desmanchei em lágrimas. Desliguei o abajur. Liguei o aquecedor pois, estava muito frio. Era noite de inverno. Assopros de ventos batiam em minha janela e faziam a noite ficar cada vez mais fria. Abri a porta da sacada e lá fui com minha almofada azul, e lá sentei e fiquei observando o céu, por mais que estava frio de mais, eu fiquei pois, sabia que essa noite tinha tudo pra ficar mais fria. Pensei em tudo que vivi até agora, tudo que passei. Até que levantei. Do nada quando percebi estava com um pé em cima do primeiro degrau do parapeito da sacada. Desci rapidamente com medo. Nem eu mesma ao certo sabia o que eu estava fazendo e o que estava acontecendo, mas algo dentro de mim gritava bem alto dizendo para mim entrar rapidamente e esquecer essa bobeira. Mas eu fui teimosa, não entrei. Respirei fundo. Outra lágrima escorreu sobre meu rosto, só que ela se destruiu quando chegou aos meus lábios. Até que botei uns dos meus pés no primeiro degrau do parapeito novamente, me segurando no parapeito eu vi que tudo havia mudado. Tudo parecia bem mais alto. Meu coração estava bem acelerado. Eu apenas estava na sacada do sobrado de minha casa, até que não era tão alto assim. Era? Bom, para mim tudo havia bem mais alto. Tudo para satisfazer meu desejo. Respirei fundo novamente. Subi no segundo degrau. Logo desci não ia conseguir. Entrei novamente em meu quarto e lá pensei novamente. Olhando fixamente para a sacada, eu fui até uma gaveta falsa que ninguém sabia que havia em meu quarto. Peguei uma lâmina, pequena, mas o bastante para causar grandes estragos. Fiz dois cortes em meu pulso na forma de um “X” , lágrimas não paravam de escorregar e assim molhar minha roupa. Logo fiz mais cortes em meu pulso, tudo em cima do “X”, fui cortando, sangues e mais sangues, foram caindo, foram pintando minha concha da cama branca, minha concha estava começando a ficar vermelha, assim como o chão de madeira, pingo por pingo foi caindo e aumentando o chão, estava começando a ficar uma mancha vermelha grande. Dei mais uns cortes. E assim foi caindo. Deixei a lâmina cair. Assim cai para trás na cama. E lá fiquei olhando para o teto. meu pulso, minha cama e meu chão, estavam todos pintados de vermelho, manchas. Coloquei uma das mãos sobre meu pescoço, logo depois outra mão, comecei a apertar meu pescoço. Logo tudo começou a ficar quente, logo naquela noite de inverno, muito fria. Até que apertei bem mais forte. Foi quando tudo começou a ficar cada vez mais quente, acho que meu rosto e pescoço estava começando a ficar à mais de 40 graus. Depois de segundos estava começando a ficar em chamas, comecei a ficar com muito calor. Continuei apertando, cada vez mais forte. Já estava ficando sem força e cada vez menos consciente. A sensação de queimação diminuiu e passou para uma dor acompanhada de nostalgia. Eu senti a dor subir pelo meu pescoço, passando pela minha garganta, chegando até meu nariz. Derrepentemente eu cai para trás na cama novamente e tudo ficou claro, frio. Soltei minhas mãos. Caídas sobre a cama. E então dormi. Para sempre.